
Cheguei a meio da vida já cansada
De tanto caminhar!
Já me perdi!
Dum estranho país que nunca vi
Sou nesse mundo imenso a exilada.
Tanto tenho aprendido e não sei nada
E as torres de marfím que construí
Em trágica loucura as destruí
Por minhas próprias mãos de malfadada!
Se eu sempre fui assim este Mar morto:
Mar sem marés,
sem vagas e sem porto
Onde velas de sonhos se rasgaram!
Caravelas doiradas a bailar...
Aí quem me dera as que eu deitei ao Mar!
As que eu lancei à vida,e não voltaram!...

Oi Bella!
ResponderExcluirEstou ancorando aqui no seu porto ao lado da Nika minha amiga nesses mares virtuais. Muito legal teu espaço, singelo, lindas poesias. CARAVELAS é um tesouro da Flor, "Mar sem marés, sem porto e sm vagas, onde velas de sonhos se rasgaram..." lindo demais isso. Até mais ver Bella, um abraço...
Grande Florbela....ela empre sabe o que dizer...
ResponderExcluirbeijo